Quem vai a Roma tem a oportunidade de visitar um dos monumentos mais preservados da antiga civilização romana: o Pantheon, ou Panteão. Com cerca de 2.000 anos, o edifício se caracteriza pelo frontão triangular apoiado em 16 colunas de granito, e pela rotunda coberta por uma espetacular cúpula de concreto.

Imagem: Construído por Agripa entre 25 e 27 a.C., o Pantheon era um templo dedicado aos 12 deuses romanos e ao imperador Augusto.

Construído por Agripa entre 25 e 27 a.C., o Pantheon era um templo dedicado aos 12 deuses romanos e ao imperador Augusto.

 

A cúpula, que mede exatos 43,3m, tanto de diâmetro, quanto de altura, até hoje, é considerada um prodígio da arquitetura. No topo, há uma abertura circular, chamada óculo, que permite a entrada de luz, ventilação e chuva. Por isso, há um sistema de drenagem no piso.

Imagem: O Pantheon sofreu vários incêndios, ao longo do tempo. Acredita-se que a versão atual é fruto da reconstrução feita por Adriano, entre 118 e 125 d.C.

O Pantheon sofreu vários incêndios, ao longo do tempo. Acredita-se que a versão atual é fruto da reconstrução feita por Adriano, entre 118 e 125 d.C.

 

É possível que o Pantheon tenha sido o primeiro monumento construído com a intenção de que sua aparência interna fosse mais impressionante do que a externa. Seu interior é decorado com granito cinza e mármores amarelo e roxo. 

Imagem: O Pantheon nunca deixou de ser utilizado como templo. No século 7, foi transformado em igreja católica pelo Papa Bonifacio IV, que a consagrou a  "Santa Maria e os Mártires", ou Santa Maria dei Martiri, em italiano.

O Pantheon nunca deixou de ser utilizado como templo. No século 7, foi transformado em igreja católica pelo Papa Bonifacio IV, que a consagrou a  “Santa Maria e os Mártires”, ou Santa Maria dei Martiri, em italiano.

 

Tanta beleza levou a Oxford a criar a coleção Quartier Pantheon: o aparelho de jantar tem pratos com desenhos inspirados na cúpula, e nos veios de mármore cinza da rotunda. O resultado do conjunto é harmonioso, clássico e sofisticado.

Imagem: Em tons de cinza, os desenhos rebuscados do jogo de porcelana Quartier Pantheon remetem à cúpula do Pantheon romano. Repare que os pratos de sobremesa tem variações na estampa. As taças de vinho são da Oxford Alumina Crystal. Foto: Karla Rudnick

Em tons de cinza, os desenhos rebuscados do jogo de porcelana Quartier Pantheon remetem à cúpula do Pantheon romano. Repare que os pratos de sobremesa tem variações na estampa. As taças de vinho são da Oxford Alumina Crystal. Foto: Karla Rudnick

 

Imagem: A perfeição mora nos detalhes: os pratos da coleção Quartier Pantheon exibem traços que imitam a padronagem do mármore italiano. Foto: Karla Rudnick

A perfeição mora nos detalhes: os pratos da coleção Quartier Pantheon exibem traços que imitam a padronagem do mármore italiano. Foto: Karla Rudnick

Mais curiosidades sobre o Panteão em Roma

  • A inscrição no alto do pórtico do Panteão diz: “Marcus Agrippa Luci filius consul tertium fecit”,  que traduzido significa “Marco Agrippa, filho de Lucio, construiu, quando cônsul pela terceira vez”.
  • A órbita do sol no céu faz com que a luz que entra no edifício através do óculo se comporte de maneira diferente a cada dia do ano. Mas o mesmo padrão se repete, todos os anos.
  • Há quem diga que quando a luz que em posição zênite, perpendicular à abertura da cúpula, ela tem um significado místico especial. Ela simbolizaria a conexão direta entre os deuses e os homens, sem intermediários religiosos.
  • No interior do Pantheon foram sepultadas várias pessoas importantes, como o pintor renascentista Rafael Sanzio e e os reis italianos: Vítor Emanuel II e Humberto I (e sua esposa, Margarida de Saboia).
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